Lendo,citando e refletindo o Caio:
Com toda essa diversidade, das pessoas e dos tempos de hoje, surge uma questão:
A quem devo amar?
Amar moralmente significa amar enquanto a pessoa se comporta como a gente.
Se ela for diferente ou se tornar diferente, ou mesmo tiver um comportamento diferente, mesmo que tal coisa seja apenas na área particular e privada ou envolva apenas uma decisão de foro intimo, nesse dia, tal pessoa perderá todos os seus “amados”, pois era amada apenas moralmente.
Para esses, o irmão, o camarada, o amigo, o “amor da sua vida” é o igual, e o próximo é apenas aquele que lhe é semelhante.
Ora, Jesus mandou amar até o inimigo, quanto mais o diferente!
Além disso, Ele disse que amar os que nos amam e tratar bem os que nos tratam bem é apenas um comportamento pagão, posto que é assim que qualquer pagão, minimamente, trata um ao outro.
Acreditar, ter Fé, ter Esperança, para quê? Para amar assim? Para amar o que te agrada?
Amar a quem nos ama, ser amigo de quem nos estende a mão, não exige de nós nada além do que pé no chão, do que sentimento sob controle e do que exercícios diários de racionalidades humanas.
Mas... e transcender?
Jesus disse que deveríamos buscar amar e ser amigos do jeito do Pai (um jeito divino), um amor que é bom para com maus e bons, e derrama Graça sobre todos, que faz nascer o sol sobre o justo e o injusto, sem pensar nas diferenças.
É...quem sabe... um dia... em um momento... por um minuto...Quem sabe a gente consiga imitar o Divino.
"Aprender a Aprender demanda de uma série de novas competências, entre elas o saber ouvir, saber dialogar, observar, ler, saber silenciar e principalmente saber aprender fazendo". Edgar Morin
quarta-feira, 6 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
pensando e escrevendo...funciona?
Depois de ler e ouvir Viviane Mosé/Extras em seu site (www.vivianemose.com.br) e de ler uma citação da minha irmã Elizete no facebook que dizia: “ Para que levar a vida tão a sério se ela é uma incansável batalha da qual jamais sairemos vivos ?!?!??!? “Bob Marley" deu vontade de escrever assim...
INCANSÁVEL VIDA
Hoje tenho vida
Em parte comprei
A outra aluguei
E um pouco ganhei
Da minha vi
Da do outro ouvi
Nem sempre busquei
Batalha sempre senti
Na pele da vida
Talha de um lado
Bata do outro
Batalha se trava assim
Vencer no fim é pouco
Vencer hoje e todo dia
A morte eu não conheço
Vencer pra mim é vida
Ai que prego essa vida
Vida que quero?
O que quero da vida?
Vivida batalha
De todo dia
Incansável batalha não
Incansável vida!
“Rosane Lourdes” essa é minha.
INCANSÁVEL VIDA
Hoje tenho vida
Em parte comprei
A outra aluguei
E um pouco ganhei
Da minha vi
Da do outro ouvi
Nem sempre busquei
Batalha sempre senti
Na pele da vida
Talha de um lado
Bata do outro
Batalha se trava assim
Vencer no fim é pouco
Vencer hoje e todo dia
A morte eu não conheço
Vencer pra mim é vida
Ai que prego essa vida
Vida que quero?
O que quero da vida?
Vivida batalha
De todo dia
Incansável batalha não
Incansável vida!
“Rosane Lourdes” essa é minha.
quarta-feira, 30 de março de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Um pouco de Filosofia com Viviane Mosé CLICK AQUI E ASSISTA
Quem tem olhos pra ver o tempo soprando sulcos na pele, soprando sulcos na pele, soprando sulcos?
O tempo andou riscando meu rosto com uma navalha fina sem raiva nem rancor, o tempo riscou meu rosto com calma. (eu parei de lutar contra o tempo, ando exercendo instantes. Acho que ganhei presença).
Acho que a vida anda passando a mão em mim. A vida anda passando a mão em mim.
Acho que a vida anda passando. A vida anda passando. Acho que a vida anda. A vida anda em mim. Acho que há vida em mim. A vida em mim anda passando. Acho que a vida anda passando a mão em mim.
E por falar em sexo quem anda me comendo é o tempo, na verdade faz tempo, mas eu escondia porque ele me pegava à força e por trás. Um dia resolvi encará-lo de frente e disse: tempo se você tem que me comer que seja com o meu consentimento e me olhando nos olhos.
Acho que ganhei o tempo de lá pra cá ele tem sido bom comigo.
E dizem que até remocei.
Viviane Mosé em estimulos Nietzschianos!
Vale a pena assistir essa mulher.
O tempo andou riscando meu rosto com uma navalha fina sem raiva nem rancor, o tempo riscou meu rosto com calma. (eu parei de lutar contra o tempo, ando exercendo instantes. Acho que ganhei presença).
Acho que a vida anda passando a mão em mim. A vida anda passando a mão em mim.
Acho que a vida anda passando. A vida anda passando. Acho que a vida anda. A vida anda em mim. Acho que há vida em mim. A vida em mim anda passando. Acho que a vida anda passando a mão em mim.
E por falar em sexo quem anda me comendo é o tempo, na verdade faz tempo, mas eu escondia porque ele me pegava à força e por trás. Um dia resolvi encará-lo de frente e disse: tempo se você tem que me comer que seja com o meu consentimento e me olhando nos olhos.
Acho que ganhei o tempo de lá pra cá ele tem sido bom comigo.
E dizem que até remocei.
Viviane Mosé em estimulos Nietzschianos!
Vale a pena assistir essa mulher.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
“Eu confio em Gente.
Gente séria. Gente honesta. Gente que ame a Deus e ao próximo. Gente justa e generosa. Gente sensata. Gente boa de Deus. Eu prefiro ser traído e enganado todos os dias porque confio nas pessoas, do que nunca ser enganado porque jamais tenha confiado em ninguém. Sendo assim eu confio sempre. Insisto em crer em gente. Persisto crendo que ninguém me engana quando quer me enganar, mas tão somente enganam a si mesmos. ”... Leia mais: www.caiofabio.com.br
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
POR ONDE COMEÇAR...
"Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes." (Rubem Alves)
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
domingo, 21 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
QUIDAM
Em sua maior turnê pela América Latina, Cirque du Soleil apresenta Quidam. Em São Paulo eu vi!
Uma palavra pouco usada entre nós brasileiros, mas está lá, no velho Aurélio, pra quem quiser conferir: quidam – um certo alguém, pessoa pouco importante. Termo de origem latina dá nome ao espetáculo do Cirque du Soleil agora no Brasil.
Quidam celebra uma figura solitária encontrada numa esquina qualquer de um país qualquer. Um alguém na multidão que grita, canta e sonha. Desde a estréia, no Canadá, Quidam já foi visto por mais de nove milhões em 20 países. No palco, 50 artistas de 15 nacionalidades, sendo três brasileiros – entre acrobatas, ginastas, palhaços, atores, músicos, cantores, dançarinos e demais artistas circenses. A montagem utiliza mais de 250 figurinos, 200 pares de sapato e 500 objetos de cena, além de arrojadas plataformas invertidas suspensas, que trazem os artistas à cena.
Fiquei encantada com o roteiro, com as músicas, com a interatividade, um maravilhoso Espetáculo!
sábado, 6 de março de 2010
Vender - O grande desafio de todos os tempos.
quinta-feira, 4 de março de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
A teoria de Mc Gregor é na verdade um conjunto de dois extremos opostos de suposições. Estes conjuntos foram denominados “X” e “Y”. Por esse motivo, também é conhecida pelo nome de “Teoria X e Teoria Y”.
Para Mc Gregor, se aceitarmos a teoria “X”, e nos comportarmos de acordo com ela, as pessoas se mostrarão preguiçosas e desmotivadas. Já se aceitarmos a teoria “Y”, as pessoas com quem interagimos se mostrarão motivadas.
As duas teorias conforme John R. Maher:
TEORIA X
· o homem médio não gosta do trabalho e o evita;
· ele precisa ser forçado, controlado e dirigido;
· o homem prefere ser dirigido e tem pouca ambição;
· ele busca apenas a segurança.
TEORIA Y
· o dispêndio de esforço no trabalho é algo natural;
· o controle externo e a ameaça não são meios adequados de se obter trabalho;
· o homem exercerá autocontrole e auto-direção, se suas necessidades forem satisfeitas;
· a pessoa média busca a responsabilidade;
· o empregado exercerá e usará sua engenhosidade, quando lhe permitirem auto-direção e autocontrole.
COMO SERIA UM PROGRAMA DE TREINAMENTO COM BASE NESTA TEORIA?
Para Mc Gregor, se aceitarmos a teoria “X”, e nos comportarmos de acordo com ela, as pessoas se mostrarão preguiçosas e desmotivadas. Já se aceitarmos a teoria “Y”, as pessoas com quem interagimos se mostrarão motivadas.
As duas teorias conforme John R. Maher:
TEORIA X
· o homem médio não gosta do trabalho e o evita;
· ele precisa ser forçado, controlado e dirigido;
· o homem prefere ser dirigido e tem pouca ambição;
· ele busca apenas a segurança.
TEORIA Y
· o dispêndio de esforço no trabalho é algo natural;
· o controle externo e a ameaça não são meios adequados de se obter trabalho;
· o homem exercerá autocontrole e auto-direção, se suas necessidades forem satisfeitas;
· a pessoa média busca a responsabilidade;
· o empregado exercerá e usará sua engenhosidade, quando lhe permitirem auto-direção e autocontrole.
COMO SERIA UM PROGRAMA DE TREINAMENTO COM BASE NESTA TEORIA?
Resenha
“SERIAM, POIS, SUPÉRFULAS AS EXPLICAÇÕES DO MESTRE? OU, SE NÃO O ERAM, PARA QUE E PARA QUEM TERIAM, ENTÃO, UTILIDADE?”
Jaques RANCIÈRE. O Mestre Ignorante: Cinco Lições sobre emancipação intelectual. Belo Horizonte, Autêntica, 2005.192 páginas.
Rosane Lourdes Souza
Desde sua publicação no Brasil em 2.002 este livro tem sido alvo de exaustivas análises e discussões por parte dos pedagogos, estudantes e escolas formadoras de docentes. Jacques Rancière relata as aventuras intelectuais do professor Joseph Jacotot, que vivendo na época do iluminismo, foi obrigado a ensinar alunos que falavam uma língua que ele não falava e nem tão pouco seus alunos falavam a sua. Usando um intérprete, Jacotot instruiu os alunos a ler uma edição bilíngüe de um livro e, em seguida ele os orientou a escrever e pensar no idioma francês, seu próprio idioma. Espantado com os resultados, Jacotot iniciou sua análise considerando que “todos os homens têm igualdade de inteligência, cada homem tem em si a capacidade de instruir-se e também que tudo está em tudo”.
Jaques RANCIÈRE. O Mestre Ignorante: Cinco Lições sobre emancipação intelectual. Belo Horizonte, Autêntica, 2005.192 páginas.
Rosane Lourdes Souza
Desde sua publicação no Brasil em 2.002 este livro tem sido alvo de exaustivas análises e discussões por parte dos pedagogos, estudantes e escolas formadoras de docentes. Jacques Rancière relata as aventuras intelectuais do professor Joseph Jacotot, que vivendo na época do iluminismo, foi obrigado a ensinar alunos que falavam uma língua que ele não falava e nem tão pouco seus alunos falavam a sua. Usando um intérprete, Jacotot instruiu os alunos a ler uma edição bilíngüe de um livro e, em seguida ele os orientou a escrever e pensar no idioma francês, seu próprio idioma. Espantado com os resultados, Jacotot iniciou sua análise considerando que “todos os homens têm igualdade de inteligência, cada homem tem em si a capacidade de instruir-se e também que tudo está em tudo”.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Livro que acabei de ler: Homo Zappiens Educando na era digital
Este livro descreve como as crianças que crescem em um universo de tecnologia e de mudanças constantes demonstram maior resistência em adaptar-se ao sistema educacional do que qualquer outra geração antecedente. Além disso, é claro que as crianças de hoje em geral utilizam melhor a tecnologia do que as pessoas que as educam. Em vez de tentar controlar, entender ou dominar a tecnologia, elas simplesmente a usam!Sabemos que a tecnologia nos capacita a obter informações com facilidade, que a sociedade está mudando seu modo de considerar a aprendizagem, passando da simples obtenção da informação à comunicação, à interpretação e à negociação. Nós professores não podemos julgar essa geração, Homo zappiens, por nossos velhos parâmetros, se assim o fizermos nunca entenderemos como seus modos de brincar e comunicar-se são, na verdade, estratégias que começam a surgir para lidar com o futuro digital e criativo.Estamos vivendo em um tempo de grandes volumes de informação e de uma sociedade em rede, de comportamentos como zapear através de canais de TV e participar de jogos na web. Os autores deste livro demonstram como a garotada desenvolve competências valiosas para lidar com isso. Eles questionam justamente o método da escola tradicional onde é lento o fluxo de informação, as atividades são pouco desafiadoras e ainda irrelevantes conforme opinião de muitos estudantes.No último capítulo, como é esperado, os autores apresentam algumas alternativas na inovação em sala de aula e optam pelo uso de tecnologias nas escolas e o desenvolvimento de autonomia do aluno.O grande desafio é modificar o modelo educacional praticado por professores analógicos e que já existe há anos, para atender as necessidades deste novo público, o aluno da era digital. Aconselho a leitura deste livro também aos pais, ele pode melhorar muito a comunicação com essa nova geração.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Treinamento em Tempo de Crise – comece pensando assim...
Há mais de dez anos se fala da importância do conhecimento empresarial, bem como da questão da competitividade, trazendo novas imposições à sobrevivência das empresas, em especial, novos padrões de produtividade e qualidade, com ampla utilização de tecnologia.
Assim, podemos dizer que houve uma grande mudança. Antes desta consciência o conhecimento era conseqüência da prática, era algo resultante do empirismo. Mas o que se verifica hoje é que o conhecimento antecede tudo, desde pequenos projetos até grandes negócios internacionais.Em patamares mais científicos, isto quer dizer que as organizações necessitam investir cada vez mais em apoio à pesquisa e na produção de conhecimento. No Brasil, embora se verifique um aumento neste tipo de investimento, ainda é algo acanhado.
Por outro lado, as empresas não podem descuidar do conhecimento das pessoas que as compõem, neste aspecto entram os investimentos em treinamento e desenvolvimento. Tal atitude visa forma pessoas com raciocínio dedutivo e pensamento abrangente, características importantes e valorizadas pelas empresas.
Um alerta aos profissionais em geral; se você quiser manter seu emprego, além de aproveitar os programas de treinamento oferecidos pela organização em que trabalha, deve, também, investir em si mesmo, em sua educação continuada.
A situação de crise em escala mundial que estamos vivenciando traz como resultado grandes mudanças na economia, que, mesmo em tempos normais, possui um crescente e constante dinamismo. Tal contexto faz com que a pressão sobre os trabalhadores mal preparados aumente.
Os que não conseguem se adaptar às novas demandas tende a ser lançados para o mundo dos demitidos, dura realidade que se converte em um grave drama humano, econômico e social.
Dessa maneira, tanto os profissionais que perderem os empregos atuais, quanto os que se mantiverem me pregados, necessitarão adquirir novas informações e desenvolver novas habilidades continuamente, para fazer frente aos requisitos de conhecimento, informações e habilidades que trabalho exige.
Novamente, estamos falando da necessidade de investimento em treinamento e desenvolvimento, quer por parte das empresas, que quer por parte de cada profissional, empregado ou não. Entretanto, em tempos de crise há a diminuição do dinheiro disponível para esta modalidade de investimento.
É preciso, portanto, responder à questão:
Como manter a atualização profissional com baixo investimento?
A resposta a esta pergunta só é possível por meio de soluções criticas, ou seja, cada empresa, cada profissional, deverá avaliar e balancear a questão do custo/beneficio. Para facilitar a análise, empresas que proporcionam treinamento devem, também, oferecer soluções inovadoras.
Sugestão: cursos no formato digital, o que permitirá que alunos do Brasil inteiro, a um só tempo, possam freqüentar o curso com a mesma qualidade do presencial, já consagrado, com investimentos reduzidos.
Assim, o curso terá seu valor reduzido devido ao uso da tecnologia, que eliminará o custo de deslocamento e hospedagem, uma vez que os interessados não sairão da região onde vivem e trabalham.
Ante o exposto, é possível que, empresas e profissionais, possam investir em conhecimentos, mesmo em tempos de crise.
Álvaro Toshio Takei – Diretor Do Ensino digital-Consultor em Projetos Educacionais e em Gestão de Pessoas.
Assim, podemos dizer que houve uma grande mudança. Antes desta consciência o conhecimento era conseqüência da prática, era algo resultante do empirismo. Mas o que se verifica hoje é que o conhecimento antecede tudo, desde pequenos projetos até grandes negócios internacionais.Em patamares mais científicos, isto quer dizer que as organizações necessitam investir cada vez mais em apoio à pesquisa e na produção de conhecimento. No Brasil, embora se verifique um aumento neste tipo de investimento, ainda é algo acanhado.
Por outro lado, as empresas não podem descuidar do conhecimento das pessoas que as compõem, neste aspecto entram os investimentos em treinamento e desenvolvimento. Tal atitude visa forma pessoas com raciocínio dedutivo e pensamento abrangente, características importantes e valorizadas pelas empresas.
Um alerta aos profissionais em geral; se você quiser manter seu emprego, além de aproveitar os programas de treinamento oferecidos pela organização em que trabalha, deve, também, investir em si mesmo, em sua educação continuada.
A situação de crise em escala mundial que estamos vivenciando traz como resultado grandes mudanças na economia, que, mesmo em tempos normais, possui um crescente e constante dinamismo. Tal contexto faz com que a pressão sobre os trabalhadores mal preparados aumente.
Os que não conseguem se adaptar às novas demandas tende a ser lançados para o mundo dos demitidos, dura realidade que se converte em um grave drama humano, econômico e social.
Dessa maneira, tanto os profissionais que perderem os empregos atuais, quanto os que se mantiverem me pregados, necessitarão adquirir novas informações e desenvolver novas habilidades continuamente, para fazer frente aos requisitos de conhecimento, informações e habilidades que trabalho exige.
Novamente, estamos falando da necessidade de investimento em treinamento e desenvolvimento, quer por parte das empresas, que quer por parte de cada profissional, empregado ou não. Entretanto, em tempos de crise há a diminuição do dinheiro disponível para esta modalidade de investimento.
É preciso, portanto, responder à questão:
Como manter a atualização profissional com baixo investimento?
A resposta a esta pergunta só é possível por meio de soluções criticas, ou seja, cada empresa, cada profissional, deverá avaliar e balancear a questão do custo/beneficio. Para facilitar a análise, empresas que proporcionam treinamento devem, também, oferecer soluções inovadoras.
Sugestão: cursos no formato digital, o que permitirá que alunos do Brasil inteiro, a um só tempo, possam freqüentar o curso com a mesma qualidade do presencial, já consagrado, com investimentos reduzidos.
Assim, o curso terá seu valor reduzido devido ao uso da tecnologia, que eliminará o custo de deslocamento e hospedagem, uma vez que os interessados não sairão da região onde vivem e trabalham.
Ante o exposto, é possível que, empresas e profissionais, possam investir em conhecimentos, mesmo em tempos de crise.
Álvaro Toshio Takei – Diretor Do Ensino digital-Consultor em Projetos Educacionais e em Gestão de Pessoas.
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