quarta-feira, 30 de março de 2011

Não pare nunca... essa é a dica!


"Quem deixa de ser um estudante nunca foi um estudante." George Iles

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Um pouco de Filosofia com Viviane Mosé CLICK AQUI E ASSISTA

Quem tem olhos pra ver o tempo soprando sulcos na pele, soprando sulcos na pele, soprando sulcos?
O tempo andou riscando meu rosto com uma navalha fina sem raiva nem rancor, o tempo riscou meu rosto com calma. (eu parei de lutar contra o tempo, ando exercendo instantes. Acho que ganhei presença).
Acho que a vida anda passando a mão em mim. A vida anda passando a mão em mim.
Acho que a vida anda passando. A vida anda passando. Acho que a vida anda. A vida anda em mim. Acho que há vida em mim. A vida em mim anda passando. Acho que a vida anda passando a mão em mim.
E por falar em sexo quem anda me comendo é o tempo, na verdade faz tempo, mas eu escondia porque ele me pegava à força e por trás. Um dia resolvi encará-lo de frente e disse: tempo se você tem que me comer que seja com o meu consentimento e me olhando nos olhos.
Acho que ganhei o tempo de lá pra cá ele tem sido bom comigo.
E dizem que até remocei.
Viviane Mosé em estimulos Nietzschianos!


Vale a pena assistir essa mulher.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

terça-feira, 23 de novembro de 2010

“Eu confio em Gente.

Gente séria. Gente honesta. Gente que ame a Deus e ao próximo. Gente justa e generosa. Gente sensata. Gente boa de Deus. Eu prefiro ser traído e enganado todos os dias porque confio nas pessoas, do que nunca ser enganado porque jamais tenha confiado em ninguém. Sendo assim eu confio sempre. Insisto em crer em gente. Persisto crendo que ninguém me engana quando quer me enganar, mas tão somente enganam a si mesmos. ”... Leia mais: www.caiofabio.com.br

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

POR ONDE COMEÇAR...

"Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes." (Rubem Alves)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

quarta-feira, 21 de julho de 2010

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Sobre as Relações Humanas


CLICK no título,assista o vídeo e deixe um comentário.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

domingo, 21 de março de 2010

quinta-feira, 18 de março de 2010

QUIDAM




Em sua maior turnê pela América Latina, Cirque du Soleil apresenta Quidam. Em São Paulo eu vi!


Uma palavra pouco usada entre nós brasileiros, mas está lá, no velho Aurélio, pra quem quiser conferir: quidam – um certo alguém, pessoa pouco importante. Termo de origem latina dá nome ao espetáculo do Cirque du Soleil agora no Brasil.


Quidam celebra uma figura solitária encontrada numa esquina qualquer de um país qualquer. Um alguém na multidão que grita, canta e sonha. Desde a estréia, no Canadá, Quidam já foi visto por mais de nove milhões em 20 países. No palco, 50 artistas de 15 nacionalidades, sendo três brasileiros – entre acrobatas, ginastas, palhaços, atores, músicos, cantores, dançarinos e demais artistas circenses. A montagem utiliza mais de 250 figurinos, 200 pares de sapato e 500 objetos de cena, além de arrojadas plataformas invertidas suspensas, que trazem os artistas à cena.


Fiquei encantada com o roteiro, com as músicas, com a interatividade, um maravilhoso Espetáculo!

sábado, 6 de março de 2010

Vender - O grande desafio de todos os tempos.


Palestra realizada em 05/03/2010
Uni Anhanguera Brigadeiro SP
Click no Título para acessar o conteúdo.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Depois do meu encontro com o Rubem, fiz uma reflexão...





Com conhecimento, você muda o jeito de ver o mundo. E o mundo muda o jeito de ver você.





Noite de Autógrafos na Cultura

Sobre reis, ratos, urubus e pássaros. Rubem Alves

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

A teoria de Mc Gregor é na verdade um conjunto de dois extremos opostos de suposições. Estes conjuntos foram denominados “X” e “Y”. Por esse motivo, também é conhecida pelo nome de “Teoria X e Teoria Y”.

Para Mc Gregor, se aceitarmos a teoria “X”, e nos comportarmos de acordo com ela, as pessoas se mostrarão preguiçosas e desmotivadas. Já se aceitarmos a teoria “Y”, as pessoas com quem interagimos se mostrarão motivadas.
As duas teorias conforme John R. Maher:

TEORIA X
· o homem médio não gosta do trabalho e o evita;
· ele precisa ser forçado, controlado e dirigido;
· o homem prefere ser dirigido e tem pouca ambição;
· ele busca apenas a segurança.

TEORIA Y
· o dispêndio de esforço no trabalho é algo natural;
· o controle externo e a ameaça não são meios adequados de se obter trabalho;
· o homem exercerá autocontrole e auto-direção, se suas necessidades forem satisfeitas;
· a pessoa média busca a responsabilidade;
· o empregado exercerá e usará sua engenhosidade, quando lhe permitirem auto-direção e autocontrole.

COMO SERIA UM PROGRAMA DE TREINAMENTO COM BASE NESTA TEORIA?

Resenha

“SERIAM, POIS, SUPÉRFULAS AS EXPLICAÇÕES DO MESTRE? OU, SE NÃO O ERAM, PARA QUE E PARA QUEM TERIAM, ENTÃO, UTILIDADE?”
Jaques RANCIÈRE. O Mestre Ignorante: Cinco Lições sobre emancipação intelectual. Belo Horizonte, Autêntica, 2005.192 páginas.
Rosane Lourdes Souza
Desde sua publicação no Brasil em 2.002 este livro tem sido alvo de exaustivas análises e discussões por parte dos pedagogos, estudantes e escolas formadoras de docentes. Jacques Rancière relata as aventuras intelectuais do professor Joseph Jacotot, que vivendo na época do iluminismo, foi obrigado a ensinar alunos que falavam uma língua que ele não falava e nem tão pouco seus alunos falavam a sua. Usando um intérprete, Jacotot instruiu os alunos a ler uma edição bilíngüe de um livro e, em seguida ele os orientou a escrever e pensar no idioma francês, seu próprio idioma. Espantado com os resultados, Jacotot iniciou sua análise considerando que “todos os homens têm igualdade de inteligência, cada homem tem em si a capacidade de instruir-se e também que tudo está em tudo”.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Livro que acabei de ler: Homo Zappiens Educando na era digital

Este livro descreve como as crianças que crescem em um universo de tecnologia e de mudanças constantes demonstram maior resistência em adaptar-se ao sistema educacional do que qualquer outra geração antecedente. Além disso, é claro que as crianças de hoje em geral utilizam melhor a tecnologia do que as pessoas que as educam. Em vez de tentar controlar, entender ou dominar a tecnologia, elas simplesmente a usam!Sabemos que a tecnologia nos capacita a obter informações com facilidade, que a sociedade está mudando seu modo de considerar a aprendizagem, passando da simples obtenção da informação à comunicação, à interpretação e à negociação. Nós professores não podemos julgar essa geração, Homo zappiens, por nossos velhos parâmetros, se assim o fizermos nunca entenderemos como seus modos de brincar e comunicar-se são, na verdade, estratégias que começam a surgir para lidar com o futuro digital e criativo.Estamos vivendo em um tempo de grandes volumes de informação e de uma sociedade em rede, de comportamentos como zapear através de canais de TV e participar de jogos na web. Os autores deste livro demonstram como a garotada desenvolve competências valiosas para lidar com isso. Eles questionam justamente o método da escola tradicional onde é lento o fluxo de informação, as atividades são pouco desafiadoras e ainda irrelevantes conforme opinião de muitos estudantes.No último capítulo, como é esperado, os autores apresentam algumas alternativas na inovação em sala de aula e optam pelo uso de tecnologias nas escolas e o desenvolvimento de autonomia do aluno.O grande desafio é modificar o modelo educacional praticado por professores analógicos e que já existe há anos, para atender as necessidades deste novo público, o aluno da era digital. Aconselho a leitura deste livro também aos pais, ele pode melhorar muito a comunicação com essa nova geração.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Treinamento em Tempo de Crise – comece pensando assim...

Há mais de dez anos se fala da importância do conhecimento empresarial, bem como da questão da competitividade, trazendo novas imposições à sobrevivência das empresas, em especial, novos padrões de produtividade e qualidade, com ampla utilização de tecnologia.
Assim, podemos dizer que houve uma grande mudança. Antes desta consciência o conhecimento era conseqüência da prática, era algo resultante do empirismo. Mas o que se verifica hoje é que o conhecimento antecede tudo, desde pequenos projetos até grandes negócios internacionais.Em patamares mais científicos, isto quer dizer que as organizações necessitam investir cada vez mais em apoio à pesquisa e na produção de conhecimento. No Brasil, embora se verifique um aumento neste tipo de investimento, ainda é algo acanhado.
Por outro lado, as empresas não podem descuidar do conhecimento das pessoas que as compõem, neste aspecto entram os investimentos em treinamento e desenvolvimento. Tal atitude visa forma pessoas com raciocínio dedutivo e pensamento abrangente, características importantes e valorizadas pelas empresas.
Um alerta aos profissionais em geral; se você quiser manter seu emprego, além de aproveitar os programas de treinamento oferecidos pela organização em que trabalha, deve, também, investir em si mesmo, em sua educação continuada.
A situação de crise em escala mundial que estamos vivenciando traz como resultado grandes mudanças na economia, que, mesmo em tempos normais, possui um crescente e constante dinamismo. Tal contexto faz com que a pressão sobre os trabalhadores mal preparados aumente.
Os que não conseguem se adaptar às novas demandas tende a ser lançados para o mundo dos demitidos, dura realidade que se converte em um grave drama humano, econômico e social.
Dessa maneira, tanto os profissionais que perderem os empregos atuais, quanto os que se mantiverem me pregados, necessitarão adquirir novas informações e desenvolver novas habilidades continuamente, para fazer frente aos requisitos de conhecimento, informações e habilidades que trabalho exige.
Novamente, estamos falando da necessidade de investimento em treinamento e desenvolvimento, quer por parte das empresas, que quer por parte de cada profissional, empregado ou não. Entretanto, em tempos de crise há a diminuição do dinheiro disponível para esta modalidade de investimento.
É preciso, portanto, responder à questão:
Como manter a atualização profissional com baixo investimento?
A resposta a esta pergunta só é possível por meio de soluções criticas, ou seja, cada empresa, cada profissional, deverá avaliar e balancear a questão do custo/beneficio. Para facilitar a análise, empresas que proporcionam treinamento devem, também, oferecer soluções inovadoras.
Sugestão: cursos no formato digital, o que permitirá que alunos do Brasil inteiro, a um só tempo, possam freqüentar o curso com a mesma qualidade do presencial, já consagrado, com investimentos reduzidos.
Assim, o curso terá seu valor reduzido devido ao uso da tecnologia, que eliminará o custo de deslocamento e hospedagem, uma vez que os interessados não sairão da região onde vivem e trabalham.
Ante o exposto, é possível que, empresas e profissionais, possam investir em conhecimentos, mesmo em tempos de crise.
Álvaro Toshio Takei – Diretor Do Ensino digital-Consultor em Projetos Educacionais e em Gestão de Pessoas.

domingo, 20 de setembro de 2009

CASE

Vender Produtos ou Serviços essa é a questão...Uma empresa atua em duas frentes, uma é a venda de produtos (80% de sua demanda) e a outra é a venda de serviços (a mais rentável).Quando os clientes optam somente pelo produto, em longo prazo ficam insatisfeitos e migram para o concorrente.Essa empresa deve continuar vendendo produtos e serviços separados, já que sempre prosperou assim? Ou deve passar a só vender produtos e serviços juntos -- mesmo sabendo que no início as receitas podem cair?O que fazer para unir essas duas frentes vendendo produtos e serviços no mesmo pacote?
1 - A mudança deve ser em etapas
O primeiro passo é avaliar quais serviços são essenciais ao funcionamento de seus produtos para, nesses casos, vendê-los em conjunto. Posteriormente, precisa preparar um plano de transição. Deve-se formar um grupo de clientes, definido por setor ou área geográfica, por exemplo. Esse grupo vai funcionar como uma espécie de laboratório até certo momento. Nesse prazo, os vendedores que atendem esses clientes são treinados no novo modelo, e eventuais problemas podem ser identificados e resolvidos numa escala menor do que se afetassem a empresa inteira. Terminado o prazo, replica-se o que foi aperfeiçoado no laboratório para o restante da companhia.
2 - Não dar opção ao cliente
Deve-se parar de vender os produtos separados dos serviços, caso contrário os clientes ficarão insatisfeitos, achando que o produto vendido é que não funciona, e migrarão para a concorrência. Passe a vender tudo em pacotes, que dá direito aos serviços e a produtos. Assim se controla o que pode dar errado. Essa medida diminuirá a fuga de clientes. Se houver perda de receitas nos primeiros meses, será compensada em médio prazo com a fidelização dos clientes.
3 - O produto deve ser um opcional do serviçoMesmo que a maior parte dos pedidos venha da área de produtos, a nova estratégia da empresa deve ser inverter essa situação. Portanto é preciso parar de vender os produtos isoladamente e reposicionar a empresa no mercado como uma companhia que presta serviços. Se os clientes começarem a procurar a empresa por causa dos serviços, naturalmente vai surgir a oportunidade de vender os produtos, pois eles fazem parte da solução -- e não o oposto. A tendência de mercado é o fornecimento de serviços. No mercado atual os produtos são cada vez mais commodities e a margem de lucro ao revendê-los dificilmente chega a 5%. Por outro lado, a margem pode chegar a 20% se você vende um bom serviço, pois a grande dificuldade dos clientes atualmente é encontrar um bom prestador de serviços.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Gestão Comercial - contrate um Consultor.

Equipe de vendas, como começar a montar uma?
A estrutura do departamento de vendas de uma empresa depende de alguns fatores:
1. Dimensão da empresa;
2. Produto, ou serviço a ser comercializado;
3. Especificidades do produto, ou serviço;
4. Grau tecnológico do produto, ou serviço;
5. Clientes: dispersão geográfica dos atuais clientes;
6. Modelos de organização da equipe de vendas.
Ao montar uma equipe de vendas é preciso levar em conta os seguintes fatores:
· Geográficos: distribua os elementos da sua equipe pelas regiões mais relevantes. Cada vendedor tem uma região, podendo vender todos os produtos da empresa. Os vendedores passam a conhecer melhor os clientes, criam uma relação mais próxima e conseguem gerir melhor os deslocamentos.
Porém, com o tempo, trabalhar sempre na mesma região pode causar saturação, pois o profissional poderá entrar em uma rotina desgastante. Se a empresa tiver muitos produtos ou se estes exigirem conhecimentos técnicos, o vendedor pode sair perdendo por não ter um conhecimento profundo de cada um deles.
· Produtos: cada vendedor é responsável por um produto ou por um conjunto de produtos da empresa. No caso da comercialização de produtos que exigem conhecimentos técnicos específicos, os clientes têm que ser bem informados e o vendedor não pode demonstrar ignorância sobre o que está vendendo.
Isso obriga o vendedor a percorrer o país todo, ou toda a área coberta pela empresa, correndo o risco de causar saturação nos clientes que recebem a visita de vários vendedores da mesma firma. Portanto, é recomendável que haja a troca entre os vendedores e uma boa coordenação no escalonamento das visitas.
· Tipo de cliente: se a empresa tem clientes diferenciados, que obrigue a diferentes abordagens por parte do departamento, os vendedores devem se especializar nos ramos de cada um deles. Por exemplo, pode ter pessoas que se dediquem apenas aos atacadistas e outras só para o varejo. Esta é uma boa opção para prestar uma maior atenção às necessidades de cada tipo de cliente. Mas, se os clientes com características semelhantes estiverem muito dispersos no país, o trabalho pode tornar-se mais complicado.
· Sistema misto: se a sua empresa já atingiu uma dimensão considerável, o empresário pode optar pela distribuição complexa por região/produto, região /cliente ou região/produto/cliente.
A organização não é tudo. É importante também ter flexibilidade para manter os funcionários motivados. O roteiro de visita deve ser rigoroso e é indispensável analisar cuidadosamente cada cliente verificando as compras médias e a última compra de cada um deles. A motivação da equipe de vendas também, não pode ser deixada de lado.