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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Livro que acabei de ler: Homo Zappiens Educando na era digital

Este livro descreve como as crianças que crescem em um universo de tecnologia e de mudanças constantes demonstram maior resistência em adaptar-se ao sistema educacional do que qualquer outra geração antecedente. Além disso, é claro que as crianças de hoje em geral utilizam melhor a tecnologia do que as pessoas que as educam. Em vez de tentar controlar, entender ou dominar a tecnologia, elas simplesmente a usam!Sabemos que a tecnologia nos capacita a obter informações com facilidade, que a sociedade está mudando seu modo de considerar a aprendizagem, passando da simples obtenção da informação à comunicação, à interpretação e à negociação. Nós professores não podemos julgar essa geração, Homo zappiens, por nossos velhos parâmetros, se assim o fizermos nunca entenderemos como seus modos de brincar e comunicar-se são, na verdade, estratégias que começam a surgir para lidar com o futuro digital e criativo.Estamos vivendo em um tempo de grandes volumes de informação e de uma sociedade em rede, de comportamentos como zapear através de canais de TV e participar de jogos na web. Os autores deste livro demonstram como a garotada desenvolve competências valiosas para lidar com isso. Eles questionam justamente o método da escola tradicional onde é lento o fluxo de informação, as atividades são pouco desafiadoras e ainda irrelevantes conforme opinião de muitos estudantes.No último capítulo, como é esperado, os autores apresentam algumas alternativas na inovação em sala de aula e optam pelo uso de tecnologias nas escolas e o desenvolvimento de autonomia do aluno.O grande desafio é modificar o modelo educacional praticado por professores analógicos e que já existe há anos, para atender as necessidades deste novo público, o aluno da era digital. Aconselho a leitura deste livro também aos pais, ele pode melhorar muito a comunicação com essa nova geração.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Treinamento em Tempo de Crise – comece pensando assim...

Há mais de dez anos se fala da importância do conhecimento empresarial, bem como da questão da competitividade, trazendo novas imposições à sobrevivência das empresas, em especial, novos padrões de produtividade e qualidade, com ampla utilização de tecnologia.
Assim, podemos dizer que houve uma grande mudança. Antes desta consciência o conhecimento era conseqüência da prática, era algo resultante do empirismo. Mas o que se verifica hoje é que o conhecimento antecede tudo, desde pequenos projetos até grandes negócios internacionais.Em patamares mais científicos, isto quer dizer que as organizações necessitam investir cada vez mais em apoio à pesquisa e na produção de conhecimento. No Brasil, embora se verifique um aumento neste tipo de investimento, ainda é algo acanhado.
Por outro lado, as empresas não podem descuidar do conhecimento das pessoas que as compõem, neste aspecto entram os investimentos em treinamento e desenvolvimento. Tal atitude visa forma pessoas com raciocínio dedutivo e pensamento abrangente, características importantes e valorizadas pelas empresas.
Um alerta aos profissionais em geral; se você quiser manter seu emprego, além de aproveitar os programas de treinamento oferecidos pela organização em que trabalha, deve, também, investir em si mesmo, em sua educação continuada.
A situação de crise em escala mundial que estamos vivenciando traz como resultado grandes mudanças na economia, que, mesmo em tempos normais, possui um crescente e constante dinamismo. Tal contexto faz com que a pressão sobre os trabalhadores mal preparados aumente.
Os que não conseguem se adaptar às novas demandas tende a ser lançados para o mundo dos demitidos, dura realidade que se converte em um grave drama humano, econômico e social.
Dessa maneira, tanto os profissionais que perderem os empregos atuais, quanto os que se mantiverem me pregados, necessitarão adquirir novas informações e desenvolver novas habilidades continuamente, para fazer frente aos requisitos de conhecimento, informações e habilidades que trabalho exige.
Novamente, estamos falando da necessidade de investimento em treinamento e desenvolvimento, quer por parte das empresas, que quer por parte de cada profissional, empregado ou não. Entretanto, em tempos de crise há a diminuição do dinheiro disponível para esta modalidade de investimento.
É preciso, portanto, responder à questão:
Como manter a atualização profissional com baixo investimento?
A resposta a esta pergunta só é possível por meio de soluções criticas, ou seja, cada empresa, cada profissional, deverá avaliar e balancear a questão do custo/beneficio. Para facilitar a análise, empresas que proporcionam treinamento devem, também, oferecer soluções inovadoras.
Sugestão: cursos no formato digital, o que permitirá que alunos do Brasil inteiro, a um só tempo, possam freqüentar o curso com a mesma qualidade do presencial, já consagrado, com investimentos reduzidos.
Assim, o curso terá seu valor reduzido devido ao uso da tecnologia, que eliminará o custo de deslocamento e hospedagem, uma vez que os interessados não sairão da região onde vivem e trabalham.
Ante o exposto, é possível que, empresas e profissionais, possam investir em conhecimentos, mesmo em tempos de crise.
Álvaro Toshio Takei – Diretor Do Ensino digital-Consultor em Projetos Educacionais e em Gestão de Pessoas.

domingo, 20 de setembro de 2009

CASE

Vender Produtos ou Serviços essa é a questão...Uma empresa atua em duas frentes, uma é a venda de produtos (80% de sua demanda) e a outra é a venda de serviços (a mais rentável).Quando os clientes optam somente pelo produto, em longo prazo ficam insatisfeitos e migram para o concorrente.Essa empresa deve continuar vendendo produtos e serviços separados, já que sempre prosperou assim? Ou deve passar a só vender produtos e serviços juntos -- mesmo sabendo que no início as receitas podem cair?O que fazer para unir essas duas frentes vendendo produtos e serviços no mesmo pacote?
1 - A mudança deve ser em etapas
O primeiro passo é avaliar quais serviços são essenciais ao funcionamento de seus produtos para, nesses casos, vendê-los em conjunto. Posteriormente, precisa preparar um plano de transição. Deve-se formar um grupo de clientes, definido por setor ou área geográfica, por exemplo. Esse grupo vai funcionar como uma espécie de laboratório até certo momento. Nesse prazo, os vendedores que atendem esses clientes são treinados no novo modelo, e eventuais problemas podem ser identificados e resolvidos numa escala menor do que se afetassem a empresa inteira. Terminado o prazo, replica-se o que foi aperfeiçoado no laboratório para o restante da companhia.
2 - Não dar opção ao cliente
Deve-se parar de vender os produtos separados dos serviços, caso contrário os clientes ficarão insatisfeitos, achando que o produto vendido é que não funciona, e migrarão para a concorrência. Passe a vender tudo em pacotes, que dá direito aos serviços e a produtos. Assim se controla o que pode dar errado. Essa medida diminuirá a fuga de clientes. Se houver perda de receitas nos primeiros meses, será compensada em médio prazo com a fidelização dos clientes.
3 - O produto deve ser um opcional do serviçoMesmo que a maior parte dos pedidos venha da área de produtos, a nova estratégia da empresa deve ser inverter essa situação. Portanto é preciso parar de vender os produtos isoladamente e reposicionar a empresa no mercado como uma companhia que presta serviços. Se os clientes começarem a procurar a empresa por causa dos serviços, naturalmente vai surgir a oportunidade de vender os produtos, pois eles fazem parte da solução -- e não o oposto. A tendência de mercado é o fornecimento de serviços. No mercado atual os produtos são cada vez mais commodities e a margem de lucro ao revendê-los dificilmente chega a 5%. Por outro lado, a margem pode chegar a 20% se você vende um bom serviço, pois a grande dificuldade dos clientes atualmente é encontrar um bom prestador de serviços.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Gestão Comercial - contrate um Consultor.

Equipe de vendas, como começar a montar uma?
A estrutura do departamento de vendas de uma empresa depende de alguns fatores:
1. Dimensão da empresa;
2. Produto, ou serviço a ser comercializado;
3. Especificidades do produto, ou serviço;
4. Grau tecnológico do produto, ou serviço;
5. Clientes: dispersão geográfica dos atuais clientes;
6. Modelos de organização da equipe de vendas.
Ao montar uma equipe de vendas é preciso levar em conta os seguintes fatores:
· Geográficos: distribua os elementos da sua equipe pelas regiões mais relevantes. Cada vendedor tem uma região, podendo vender todos os produtos da empresa. Os vendedores passam a conhecer melhor os clientes, criam uma relação mais próxima e conseguem gerir melhor os deslocamentos.
Porém, com o tempo, trabalhar sempre na mesma região pode causar saturação, pois o profissional poderá entrar em uma rotina desgastante. Se a empresa tiver muitos produtos ou se estes exigirem conhecimentos técnicos, o vendedor pode sair perdendo por não ter um conhecimento profundo de cada um deles.
· Produtos: cada vendedor é responsável por um produto ou por um conjunto de produtos da empresa. No caso da comercialização de produtos que exigem conhecimentos técnicos específicos, os clientes têm que ser bem informados e o vendedor não pode demonstrar ignorância sobre o que está vendendo.
Isso obriga o vendedor a percorrer o país todo, ou toda a área coberta pela empresa, correndo o risco de causar saturação nos clientes que recebem a visita de vários vendedores da mesma firma. Portanto, é recomendável que haja a troca entre os vendedores e uma boa coordenação no escalonamento das visitas.
· Tipo de cliente: se a empresa tem clientes diferenciados, que obrigue a diferentes abordagens por parte do departamento, os vendedores devem se especializar nos ramos de cada um deles. Por exemplo, pode ter pessoas que se dediquem apenas aos atacadistas e outras só para o varejo. Esta é uma boa opção para prestar uma maior atenção às necessidades de cada tipo de cliente. Mas, se os clientes com características semelhantes estiverem muito dispersos no país, o trabalho pode tornar-se mais complicado.
· Sistema misto: se a sua empresa já atingiu uma dimensão considerável, o empresário pode optar pela distribuição complexa por região/produto, região /cliente ou região/produto/cliente.
A organização não é tudo. É importante também ter flexibilidade para manter os funcionários motivados. O roteiro de visita deve ser rigoroso e é indispensável analisar cuidadosamente cada cliente verificando as compras médias e a última compra de cada um deles. A motivação da equipe de vendas também, não pode ser deixada de lado.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

SEMENTES (click aqui)


Não é possível existir sem semear!
Existir é semear...
Nosso existir semeia sementes o tempo todo, seja por palavras, pensamentos, sentimentos, atitudes, juízos, ações ou omissões.
Eu sou o responsável pelo que semeio e por não deixar que o que foi semeado de ruim em mim... se torne a minha própria semente na vida!

terça-feira, 21 de julho de 2009

Um dia vou contar estórias como Ele...

O ALUNO PERFEITORubem Alves
Ele se chamava Memorioso, pois seus pais julgavam que a memória perfeita éessencial para uma boa educaçãoRubem Alves é educador, escritor e colunista da "Folha de SP", ondepublicoueste texto:
Era uma vez um jovem casal que estava muito feliz. Ela estava grávida, eeles esperavam com grande ansiedade o filho que iria nascer.Transcorridos os nove meses de gravidez, ele nasceu. Ela deu à luz um lindocomputador! Que felicidade ter um computador como filho! Era o filho quedesejavam ter! Por isso eles haviam rezado muito, durante toda a gravidez,chegando mesmo a fazer promessas.O batizado foi uma festança. Deram-lhe o nome de Memorioso, porque julgavamque uma memória perfeita é o essencial para uma boa educação. Educação émemorização. Crianças com memória perfeita vão bem na escola e não têmproblemas para passar no vestibular.E foi isso mesmo que aconteceu. Memorioso memorizava tudo que osprofessoresensinavam. Mas tudo mesmo. E não reclamava. Seus companheiros reclamavam,diziam que aquelas coisas que lhes eram ensinadas não faziam sentido. Suasinteligências recusavam-se a aprender. Tiravam notas ruins. Ficavam derecuperação.Isso não acontecia com Memorioso. Ele memorizava com a mesma facilidade amaneira de extrair raiz quadrada, reações químicas, fórmulas de física,acidentes geográficos, populações de países longínquos, datas de eventoshistóricos, nomes de reis, imperadores, revolucionários, santos,escritores,descobridores, cientistas, palavras novas, regras de gramática, livrosinteiros, línguas estrangeiras. Sabia de cor todas as informações sobre omundo cultural.A memória de Memorioso era igual à do personagem do Jorge Luis Borges denome Funes. Só tirava dez, o que era motivo de grande orgulho para os seuspais.E os outros casais, pais e mães dos colegas de Memorioso, morriam deinveja.Quando filhos chegavam em casa trazendo boletins com notas em vermelho elesgritavam: "por que você não é como o Memorioso?"Memorioso foi o primeiro no vestibular. O cursinho que ele freqüentarapublicou sua fotografia em outdoors. Apareceu na televisão como exemplo aser seguido por todos os jovens.Na universidade, foi a mesma coisa. Só tirava dez. Chegou, finalmente, odiatão esperado: a formatura. Memorioso foi o grande herói, elogiado pelosprofessores. Ganhou medalhas e mesmo uma bolsa para doutoramento no MIT.Depois da cerimônia acadêmica foi a festa. E estavam todos felizes nojantarquando uma moça se aproximou de Memorioso e se apresentou: "Sou repórter.Posso lhe fazer uma pergunta?" "Pode fazer", disse Memorioso confiante. Suamemória continha todas as respostas.Aí ela falou: "De tudo o que você memorizou qual foi aquilo que você mais amou? Que mais prazer lhe deu?"Memorioso ficou mudo. Os circuitos de sua memória funcionavam com avelocidade da luz procurando a resposta. Mas aquilo não lhe fora ensinado.Seu rosto ficou vermelho. Começou a suar. Sua temperatura subiu.E, de repente, seus olhos ficaram muito abertos, parados, e se ouviu umchiado estranho dentro de sua cabeça, enquanto fumaça saia por suasorelhas.Memorioso primeiro travou. Deixou de responder a estímulos.Depois apagou, entrou em coma. Levado às pressas para o hospital decomputadores, verificaram que seu disco rígido estava irreparavelmentedanificado.Há perguntas para as quais a memória não tem respostas . É que taisrespostas não se encontram na memória. Encontram-se no coração, onde mora aemoção...(Folha de SP, 24/1)
"Sinto-me nascido a cada momento para a eterna novidade do mundo. A última coisa que se pode sentir diante da 'eterna novidade do mundo' é tédio. O pensamento é uma criança que explora essa caixa de brinquedos chamada mundo. Pensar é brincar com os pensamentos." (Rubem Alves)

terça-feira, 14 de julho de 2009

Curiosidades

Você sabia?

Gestão de desempenho é um processo recente, no âmbito da gestão de pessoas, que vem evoluindo muito nas organizações, passando de um mero processo de avaliação para um processo de gestão da aprendizagem, do auto desenvolvimento, da gestão da própria carreira, das aspirações profissionais, além da contratação de resultados quantitativos do negócio.

Antes praticava-se a avaliação de desempenho focando-se essencialmente números, metas e objetivos.
Hoje , na era do planejamento e dos mapas estratégicos, as organizações, além de traçarem seus planos de negócio e resultados esperados, também definem as competências essenciais da organização, traços de cultura e valores que não podem ser traduzidos apenas em números e que demandam uma avaliação comportamental, por parte dos gestores, tornando o processo mais subjetivo e cheio de significados específicos para o sucesso do negócio.

E como isso acontece?

A partir das definições de metas e objetivos do negócio, da clarificação dos valores e competências requeridas para a organização e para o cargo e dos profissionais expressarem suas aspirações e registrarem seu histórico profissional e de aprendizagem, um banco de dados pode ser elaborado e com a ajuda da tecnologia, pode ser acompanhado pela empresa gerando um verdadeiro mapa de talentos e potenciais.

Em outras palavras a Gestão do Desempenho tem sido uma importante ferramenta de competitividade e de identidade organizacional. Ela permite que colaboradores, gestores e a área de Recursos Humanos, construam ciclos virtuosos de comprometimento, na medida em que articulam os interesses da empresa, da área e do indivíduo.

RELAXAR

Pra relaxar ouça essa música...

Click e aguarde carregar o link abaixo,

http://www.youtube.com/watch?v=1pDfv6OQJfc

Aumente a tela..
Depois preste atenção nas imagens...

Agora recomece, feche os olhos e ouça, apenas ouça, quantas vezes for preciso,
....respire e sinta o que a letra diz ...

Ei!! Acorda!!

Dica de Leitura


Líder e vencedor é aquele que SABE O QUE QUER
e principalmente QUER O QUE SABE!


Como é bom ler um livro leve, de linguagem fácil e simples nos seus conceitos...


Este eu recomendo: Mudar e Vencer - Autor: Paulo Gaudencio/Editora Palavras e Gestos

Biblioteca

Livros de consulta para elaboração de Projetos de T & D:
TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS E CARREIRAS - GÍLSON JOSÉ FIDELIS
Comentário: Cada vez mais, as empresas vão sentindo a necessidade de treinar e desenvolver seus funcionários e, para tanto, investem pesado em T&D para consolidar sua "Core-competence".
O diferencial deste livro é seu aspecto profundamente didático, que o torna um instrumento eficaz para o Professor em sala de aula ou Instrutor de T&D. Ao longo da obra, o autor destaca a evolução da área de treinamento e os maiores desafios gerenciais como a "mudança organizacional" e a "gestão do conhecimento" além de analisar os indicadores de avaliação de desempenho.
JOGOS PARA TREINAMENTO EM RECURSOS HUMANOS - GARY KROEHNERT
Comentário: Este livro é uma valiosa fonte de simulações e exercícios dinâmicos e estimulantes, apropriados para quase todos os programas de treinamento que se possa conceber. Inclui jogos que visam aprimorar as habilidades de comunicação, facilitar a criação de grupos de trabalho, aumentar a percepção, além de muitas outras aplicações.
A EXCELÊNCIA NO ATENDIMENTO A CLIENTES - RICHARD F. GERSON
Comentário: Esta obra ensina os empreendedores de todos os portes a transformar os serviços de atendimento a clientes em serviços de manutenção de clientes. O autor mostra que muitas empresas compreendem o custo de obter um cliente, mas não entendem o custo de perdê-lo. É uma ferramenta indispensável àqueles que desejam assegurar a competitividade de seus negócios, encantando os clientes. Ótimo na composição de Treinamento para Equipes de Vendas.
DOMANDO O TEMPO - COMO DEVORAR UM ELEFANTE? - GARY KROEHNERT
Comentário: O tempo é nosso recurso mais valioso, pois uma vez perdido, não há como recuperá-lo! E como fazer com que o uso de nosso tempo seja proveitoso? Planejando! Planejar é identificar eventos futuros e trazê-los para o presente, tomando alguma providência quanto a eles agora.
Este livro mostra como fazer melhor uso do tempo que temos disponível, como estabelecer objetivos de forma prática e organizada e como encontrar tempo para trabalhar e atingir metas.

quinta-feira, 9 de julho de 2009


O consultor Stephen Covey descreve que o mundo está passando por uma grande mudança. "Estamos vivendo um tsunami. A riqueza está nas pessoas e não nos bens materiais. Essa é a Era do Conhecimento", declara. Nesta nova Era, o foco está nas pessoas e no conhecimento. "Lideramos pessoas, as quais têm o poder de escolher. Liderança não é controle", diz. Para Covey, a liderança se dá através da autoridade moral e aqueles que ainda praticam a autoridade formal, acabam criando uma cultura fraca e com pessoas passíveis.

Conhecimento e vivência em T&D


O que é preciso fazer para desenvolver pessoas nas organizações?


1. Levantamento de necessidades
2. Elaboraçao de Plano anual de treinamento
3. Avaliação da eficácia do treinamento
4. Controle e acompanhamento orçamentário
5. Seleção e Gerenciamento de Fornecedores e Consultorias externas